Corinthians - Curiosidades
   A quase tragédia no Equador
 CORINTHIANS
 TODOS OS JOGOS
 ÚLTIMOS JOGOS
 PRÓXIMOS JOGOS
 HISTÓRIA
 TÍTULOS
 JOGOS HISTÓRICOS
 ÍDOLOS
 ESCUDOS
 HINO
 CURIOSIDADES
 + CORINTHIANS
 MAIS FUTEBOL
 TODOS OS JOGOS
 DAS COPAS
 O AUTOR
 QUEM SOU
 CONTATO
 MINHAS FOTOS
 RECONHECIMENTO
 COLABORADORES

Compartilhe:


Nenhum comentário. Seja o primeiro a comentar.

*Texto retirado do site www.desastresaereos.net/

No dia 1º de maio de 1996, um sério acidente numa tentativa frustrada de decolagem do avião que traria de volta a delegação do Corinthians para o Brasil após um jogo em Quito, no Equador, quase acaba em tragédia.

A bordo da aeronave os jogadores comemoravam com champanhe a vitória de 3 a 1 sobre o Espoli, do Equador, quando "viram a morte de perto", como definiu o zagueiro Cris. Às 18h45 daquela quarta-feira, 80 pessoas entre jogadores, comissão técnica, torcedores e jornalistas estavam prontas para decolar de Quito rumo a São Paulo.

Chovia forte no momento da tentativa de decolagem efetuada pelo comandante Cledir da Silva, nos controles do Boeing 727-2B6, prefixo PP-LBY, da companhia aérea FLY.

Eram 17 horas locais (19 horas de Brasília). Na aeronave 72 pessoas a bordo. A pista do aeroporto Mariscal de Sucre é considerada uma das mais perigosas do mundo.

Quarenta e seis segundos após o início da corrida, quando o avião deveria estar levantando vôo, os passageiros descobriram o que o comandante já sabia: o 727 não iria decolar. Na realidade ele já havia iniciado os procedimentos para abortar a decolagem, isso a mais de 200 quilômetros por hora.

Nesse momento a aeronave patinou, saiu da pista, deslizou pela grama e destruiu tudo pela frente, incluindo cercas e o muro onde finalmente parou quase nas ruas da capital do Equador. O tanque de combustível da asa direita rompeu-se e derramou combustível sobre o trem de pouso que se partia e as faíscas deflagraram um incêndio que atingiu a aeronave que já estava com sua cabine destruída e a fuselagem partida ao meio.


O Boeing da Fly após o acidente

O pronto atendimento dos bombeiros evitou o incêndio total da aeronave e o fogo foi logo apagado. Segundo o comandante, no momento em que o avião taxiava, chovia pouco, mas aumentou ao tentar arremeter. "Infelizmente, a pista não foi suficiente para que a aeronave parasse a tempo", garantiu Cledir: "Tivemos muita sorte porque poderíamos ter morrido todos", disse. "Evitei uma tragédia."

"É difícil falar o que houve", afirmou o goleiro Ronaldo. "Mas vou lembrar-me disso por muito tempo ainda." O goleiro ainda afirmou: "O piloto foi sensacional."

Conforme um porta-voz do DAC (Departamento de Aviação Civil) equatoriano, o avião, ao atingir o muro no final da pista, teve um princípio de incêndio na turbina direita, logo controlado pelos bombeiros. O fogo começou quando o comandante reverteu bruscamente os motores para diminuir a velocidade.

"Tinha a sensação de que todos íamos morrer", contou o diretor de Futebol Jorge Neme. "Na hora do impacto, as pessoas foram arremessadas para frente e houve pânico". "Foi horrível. O avião batia em muretas e a fuselagem ia rasgando. As cadeiras voavam, os vidros se quebravam e as pessoas não paravam de gritar. Pela janela, via-se fogo na asa e o querosene vazava para todos os lados. O avião só parou depois de bater de frente em um muro e invadir uma avenida", relatou o jornalista Ricardo Capriotti, da Rádio Bandeirantes, que estava na aeronave.

"Houve uma neurose generalizada", atestou o médico do Corinthians, Paulo Farias. "Todos queriam sair do avião ao mesmo tempo." O jogador Tupãzinho foi quem mais se machucou. Com o corpo tomado pelo querosene, ele não esperou que os tobogãs de emergência inflassem e saltou do avião. Torceu o tornozelo e teve algumas queimaduras. Outros cinco passageiros sofreram escoriações leves e o piloto, comandante Cledir Joaquim da Silva, cortou o rosto. Um saldo positivo. Se o avião tivesse saído do chão, poderia ter batido de frente em uma das montanhas que compõem a Cordilheira dos Andes e cercam o aeroporto Mariscal Sucre, no centro de Quito. A direção do Aeroporto informou que houve apenas feridos leves.

O DAC do Equador admite três hipóteses: a ruptura do trem de aterrissagem dianteiro, uma falha nos motores ou mesmo o avião ter patinado na pista devido à chuva. Uma das comissárias do vôo, Carmem, declarou que o avião não estava em perfeitas condições desde que saiu de São Paulo, mas não entrou em detalhes.

Sabe-se que para fazer o vôo com apenas uma escala, em Porto Velho, o Boeing estava com os tanques cheios e muito pesados para uma pista pequena como a de Quito. A tripulação do avião permaneceu na capital equatoriana durante o período de inspeção e a FLY informou que "Desde que a aeronave foi adquirida pela empresa, há quarenta dias, não havia nenhum sinal de problemas em nenhum de seus vôos."

O avião foi adquirido da Royal Air Maroc, companhia aérea marroquina. O comandante Cledir, que já havia pilotado o avião antes dessa viagem, disse à empresa que também não sabia o motivo do acidente. "Segundo ele, no momento em que decidiu abortar a decolagem, o avião deveria frear normalmente, até o final da pista", relatou Mello. "Mas a aeronave não parou, não se sabe se pelo fato de a pista estar molhada ou por influência dos ventos."

*Texto retirado do site www.desastresaereos.net/


Compartilhe:

Seja o primeiro a comentar:

Nome*

Comentário*


Nenhum comentário


Todos os Jogos (Planilha com todos os jogos da história do Corinthians)


Uniforme

Terceiras Camisas

"Timão" e o "Campeão dos Campeões"

São Jorge e o Mosqueteiro


As Temporadas do Corinthians

Competições - Temporadas

Competições - Desempenhos

Competições - Desempenhos Detalhados

As Finais do Corinthians


Os maiores artilheiros da história do Corinthians

Quem mais jogou com a camisa do Timão

Os maiores "garçons" do Timão

Os Maiores Campeões pelo Corinthians

Os Maiores Ídolos

Os Maiores Goleiros

Corinthianos artilheiros

Os estrangeiros que jogaram no Timão

Quem mais treinou o Timão

Todos os Técnicos

Técnicos - do Corinthians para a Seleção

Todos os Presidentes


Primeiros

Recordes

Gols Históricos

Maiores goleadas aplicadas

Maiores públicos do Corinthians

Maiores Invencibilidades

A Taça dos Invictos

As Escalações Titulares mais Escaladas

Mata-mata: Corinthians x Outros

Os Estádios dos Títulos

Os Adversários dos Títulos

Os Técnicos dos Títulos

Campeão de Listrado

Títulos: Finais x Pontos Corridos

Títulos invictos

Fita Azul do Futebol Brasileiro

Taça "O Mais Querido do Brasil" - 1955


As "Casas" do Corinthians

Os Projetos fracassados de estádios

Os Mosaicos do Pacaembu

Os Mosaicos da Arena

A Seleção Brasileira nos Estádios do Corinthians

Neo Química Arena - Eventos Diversos


Livros sobre o Corinthians

Filmes e documentários sobre o Corinthians

Músicas sobre o Corinthians


As Invasões Corinthianas

As Torcidas Organizadas

O Time das viradas

Os Jogos no Aniversário

Os Jogos contra o Corinthian inglês

Os Jogos contra Seleções Nacionais

Os Jogos contra o Barcelona

Os Jogos com portões fechados

Quando o futebol parou

Eliminações do segundo jogo na Copa do Brasil

O dia em que o Timão foi Brasil

Campeão sem jogar

O Torino e a Camisa grená

Os Patrocínios

Os Bustos do Parque São Jorge

A morte de Lidu e Eduardo

A quase tragédia no Equador

Osso duro de roer

A Pena do galo verde

Ganhando na moedinha

Corinthianos em Copas do Mundo



HOME  |  TODOS OS JOGOS  |  HISTÓRIA  |  TÍTULOS  |  JOGOS HISTÓRICOS  |  ÍDOLOS  |  ESCUDOS  |  HINO  |  CURIOSIDADES  |  + CORINTHIANS  |  MAPA DO SITE

QUEM SOU  |  CONTATO  |  MINHAS FOTOS  |  RECONHECIMENTO  |  COLABORADORES  |  CRÉDITOS E AGRADECIMENTOS

© 2007 - 2020 VICTOR HUGO BRIZOTTO GARCIA

Envie seu comentário, crítica ou sugestão para contato@todopoderosotimao.com Curta o Todo Poderoso Timão no Facebook!
Siga o Todo Poderoso Timão no Twitter!
Siga o Todo Poderoso Timão no Instagram!