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Dois símbolos que representam bem o Espírito Corinthiano.

São Jorge

*Texto adaptado, baseado no texto de Fábio Petrillo, do site Loucos por ti.

O acaso ligou a trajetória do Sport Club Corinthians Paulista a São Jorge. Durante seus 90 anos de história, glórias e percalços, o Corinthians incorporou publicamente o estigma de time guerreiro, que jamais desanima e persegue incansavelmente seus objetivos, também atribuídos ao santo.

Associar as características das equipes corintianas à legendária história do santo guerreiro não foi uma árdua tarefa para imprensa e torcida paulistas. Mas o que poucos sabem é que estes dois símbolos de garra e obstinação foram unidos por uma coincidência histórica e não por suas semelhanças.

Em 1926, o Corinthians adquiriu a sua sede própria: um terreno, localizado hoje no bairro do Tatuapé, que ficava exatamente no extinto Parque São Jorge. Do antigo parque, nada restou, só o nome do pequeno estádio. Mas o clube resolveu adotar o santo como parte de sua história.

Mas há quem conteste esta versão. Segundo o monsenhor Arnaldo Beltrame, responsável pela capela do clube, São Jorge era o padroeiro do Corinthians Football Club, equipe inglesa que, em visita ao Brasil, inspirou o nome do Corinthians Paulista, em 1910.

Ainda conforme os relatos do monsenhor Beltrame, os fundadores do Corinthians brasileiro resolveram também adotar o mesmo padroeiro da fonte de inspiração inglesa.

Mas a união definitiva entre time e santo se daria no fatídico ano de 1974. Após a frustrante derrota no Campeonato Paulista daquele ano para o arqui-rival Palmeiras, o desespero do corintiano, envolto na agonia de 20 anos sem títulos, transbordava.

Foi nesta época que o compositor Paulinho Nogueira gravou "Ai Corinthians", que emplacou sem dificuldade nas paradas de sucesso. Nos versos da composição dedicada ao sofrimento corintiano não poderia faltar a citação ao padroeiro São Jorge: "...Oh, são 20 anos de espera. Mas meu São Jorge me dê forças, para poder um dia enfim, descontar meu sofrimento em quem riu de mim".

Este momento marcou o efêmero apogeu do relacionamento entre torcida corintiana e São Jorge. Depois da quebra do jejum de títulos, em 1977, os torcedores alvinegros trocaram o apego ao santo pelo auto-reverência. Os anos de sofrimento na fila (quando curiosamente o número de corintianos aumentou) tornaram a torcida alvinegra mais mítica do que qualquer outro símbolo. Foi nesta época que surgiu a expressão "Fiel torcida".

Em 2011, o Corinthians homenageia oficialmente o Santo, estampando a sua imagem na terceira camisa do time, de cor grená.



Mosqueteiro

Existem duas versões sobre a origem do nosso mascote oficial.

A primeira data de 1913, quando o Corinthians saiu da várzea e conseguiu uma vaga para disputar o Campeonato Paulista daquele ano, contra outros três clubes, apelidados de "Três Mosqueteiros": Americano, Germânia e Internacional. O Corinthians seria o quarto mosqueteiro, como D'Artagnan, do famoso romance do Alexandre Dumas.

Mas a versão mais difundida e tida como verdadeira vem de 1929.

No dia 1º de maio daquele ano, o Corinthians conseguiu a sua primeira vitória internacional, contra o Barracas, da Argentina, em um amistodo disputado no Parque São Jorge.

O Timão venceu por 3 x 1, gols de Aparício, Rodrigues e Rato, fazendo o jornalista Tomás Mazzoni, do jornal "A Gazeta", vibrar com a fibra de mosqueteiros com que os jogadores do Timão jogaram aquele certame.

Ver "Jogos Históricos - Corinthians 3 x 1 Barracas (ARG) - A primeira vitória internacional (1929).



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