Corinthians - História
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1990 à 2005 - Anos dourados


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1990

No ano de 1990, o Corinthians ficou 34 partidas sem perder no Paulistão, mas deixou escapar a chance de fazer a final ao ser eliminado pelo Bragantino.

Com o mesmo time, o Corinthians foi para o Brasileirão com remotas chances de fazer um bom papel. E a estréia comprovou isso: derrotas para o Grêmio, 3 a 0, e Cruzeiro, 1 a 0, em casa.

Vicente Matheus novamente trocou a comissão técnica. Zé Maria saiu e deu lugar a Nelsinho Batista, vice-campeão paulista pelo Novorizontino naquele ano.

Pronto. O time ganhou nova cara e, com raça, chegou ao título brasileiro de 1990, o primeiro do clube.

1991

Campeão Brasileiro, o Corinthians partia para uma missão maior: conquista a América e, talvez, o mundo. No primeiro semestre de 1991, o Timão manteve a equipe em três competições simultaneamente: o Brasileirão, a Copa do Brasil, e, a mais importante, a Libertadores da América.

Mas antes desses desafios, o Corinthians disputou a Supercopa do Brasil. É bastante comum nos países europeus a existência de uma "Supercopa" nacional: trata-se do confronto entre o Campeão da Liga Nacional (Campeonato) e da Copa. Na Espanha, por exemplo, esse confronto ocorre sempre no início da temporada. Quando acontece de o campeão de ambos os torneios ser o mesmo, participa o vice da "Copa del Rey".

E no Brasil, isso chegou a acontecer. A Copa do Brasil foi criada somente no ano de 1989. Em 1990, a CBF decidiu organizar a Supercopa do Brasil, realizando o enfrentamento de Vasco (campeão do Campeonato Brasileiro de 1989) e Grêmio (campeão da Copa do Brasil). As partidas aconteceram em 18 de março (no Olímpico) e 14 de abril (São Januário) e o Grêmio se sagrou campeão com uma vitória em casa (2x0) e um empate como visitante (0x0).

No ano seguinte, a CBF optou pela realização de partida única, no dia 27 de janeiro. O confronto seria entre Corinthians (Campeão Brasileiro de 1990) e Flamengo (Campeão da Copa do Brasil de 1990). Deu Corinthians, 1 x 0: Supercampeão do Brasil!

Partindo para os outros campeonatos, no começo, o alvinegro obtém alguns bons resultados. Porém, com o acúmulo de jogos decisivos, o Corinthians acabou se dando mal. Primeiro na Copa do Brasil. Depois de eliminar o ABC e Cruzeiro, o time pára no Grêmio, nas quartas-de-final.

Depois, é a vez de cair na Libertadores. Após passar pela primeira fase, num grupo formado por Flamengo e os uruguaios Nacional e Bella Vista, o Corinthians é eliminado pelo Boca Juniors, da Argentina. Por fim, no Brasileirão, a equipe termina no quinto lugar na primeira fase, fica fora das finais e perde a chance do bicampeonato nacional. Com a eliminação, Nelsinho cai e Cilinho assume.

No Paulistão, o time realiza uma boa campanha, mas perde afinal para o São Paulo.

1992, 1993 e 1994

Em 1992, depois de montar um time caro, com Edu Manga, Nílson, Nelsinho e Henrique, o Corinthians só decepcionou e não terminou nem entre os quatro primeiros no paulista.

Já no ano seguinte, em 1993, o time consegue armar uma boa equipe, novamente com o técnico Nelsinho, mas perde duas finais para o rival Palmeiras, no Paulistão e no Rio-São Paulo.

Para o Brasileirão, o Corinthians se reforça com Rivaldo, Válber e Leto, do Mogi-Mirim. Ficaram conhecido como o “Carrossel Caipira”. Sob o comando de Mário Sérgio, faz uma ótima campanha. Mas por uma derrota, para o Vitória, deixa de fazer a final contra o Palmeiras.

Em 1994, com Carlos Alberto Silva como técnico, é apenas o terceiro no Paulistão e ainda perde o meia Rivaldo, que vai para o Palmeiras. No Brasileirão, reforçado com Marcelinho, Casagrande, Branco, Souza e Célio Silva, o Timão chega à final, mas perde outra vez para o Palmeiras.

De bom mesmo em 94, apenas a conquista da Copa Bandeirantes. Título que garantiu ao Timão uma vaga na Copa do Brasil do ano seguinte.

1995

Mas 1995 foi diferente. Com o time mais entrosado, o Timão ganha dois títulos: A Copa do Brasil, vencendo o Grêmio na final, em pleno Olímpico, e o Campeonato Paulista, se vingando do Palmeiras na final.

1996

Em 1996, o Corinthians contrata o atacante Edmundo, do Flamengo, para tentar conquistar a Taça Libertadores.

No começo, o Animal chegou até a fazer boas apresentações com a camisa do clube, como na vitória por 5 a 0 no São Paulo, pelo Paulistão.

Além dele, o time contava apenas com o talento de Marcelinho, que fez um dos gols mais bonitos de sua carreira, contra o Santos, na Vila Belmiro. O meia recebeu de Tupãzinho, deu um chapéu de letra num zagueiro e completou de primeira no alto do gol do santista Edinho, no empate em 2 x 2 em jogo válido pelo Campeonato Paulista. Esse gol mereceu uma placa do rei Pelé.

Apesar disso, o time não foi bem e terminou o Campeonato Paulista apenas na quarta colocação. Na Copa do Brasil, eliminado pelo Cruzeiro, nas quartas de final.

Na Libertadores, é eliminado pelo Grêmio, que seria o campeão, também nas quartas.

O único fato digno de nota da Libertadores daquele ano (ainda que quase em forma de tragédia) foi o quase acidente aéreo na volta da delegação ao Brasil, após jogo de ida das Oitavas de Final contra o Espoli, do Equador.

Ver "Curiosidades - A quase tragédia no Equador.

Para piorar as coisas, Edmundo briga com a diretoria e vai para o Vasco. Para completar, o time de Valdyr Espinosa termina na modesta 12ª colocação no Brasileirão.

De bom em 96, só a conquista do Troféu Ramón de Carranza, na Espanha.


O Troféu Ramón de Carranza
(Foto: Arquivo Victor Hugo)

1997

Com a entrada do novo patrocinador, (Banco Excel), no começo de 1997, o Timão consegue formar uma equipe milionária. Chegam para reforçar o time craques como Túlio, Antônio Carlos, Donizete e André. No Paulistão, a equipe, treinado por Nelsinho Batista, não encontrou adversários e chega fácil ao título (ver "Títulos - Campeão Paulista de 1997").

Para o Campeonato Brasileiro, Túlio e Marcelinho saem da equipe, mas chegam Rincón e Edílson. Apesar disto, o time vai mal das pernas e acaba sendo até ameaçado de rebaixamento.

O técnico Nelsinho cai, assim como seu substituto, Joel Santana. Apenas nas duas últimas rodadas, com o técnico Candinho, é que o time se safa do vexame, vencendo o Flamengo por 1 a 0 e o Goiás por 2 a 0, em Goiânia.

1998

Para apagar a má campanha do Brasileirão do ano anterior, o time entra em 1998 contratando o técnico Wanderley Luxemburgo, o volante Vampeta, o zagueiro Gamarra e recebe de volta Marcelinho, comprado do Valência pela Federação Paulista de Futebol. O goleiro Ronaldo, descontente com o atual momento, deixa o clube após dez anos. Entra Nei.

No Paulistão, depois de ficar 13 jogos invictos, o Corinthians perde a chance de ser campeão invicto ao perder a final para o São Paulo, por 3 a 1.

Antes de disputar o Campeonato Brasileiro, o Timão participou da recém inaugurada Copa Mercosul. Foi simplesmente de doer: o pior time da copa, o lanterninha, com apenas uma vitória e um empate em seis jogos na primeira fase.

Para disputar o Brasileirão, o Corinthians contou praticamente com a mesma equipe. Apenas Souza e Célio Silva deixam o time.

E foi sensacional, liderando de ponta a ponta, até a conquista do título (ver "Títulos - Campeão Brasileiro de 1998").

1999

O ano de 1999 começou também com um novo projeto Tóquio corintiano. Mas o clube perdeu o treinador, Wanderley Luxemburgo, convidado para treinar a Seleção Brasileira.

Ver "Curiosidades - Técnicos - do Corinthians para a Seleção".

Assumiu o cargo o auxiliar de Luxemburgo, Oswaldo de Oliveira. Em sua primeira experiência como treinador, Oswaldinho teve que enfrentar muitas críticas. Foi substituído por Evaristo de Macedo, que durou pouco tempo. Caiu e voltou Oswaldinho, que dessa vez se firmou. Sua estréia foi justamente na segunda partida entre Corinthians e Palmeiras pelas quartas-de-final da Libertadores.

O primeiro jogo, o Palmeiras venceu por 2 a 0. Para continuar vivo, o Corinthians tinha que ganhar pela mesma diferença de gols para levar a decisão para os pênaltis. E foi o que aconteceu, com o placar de 2 a 0 para o Corinthians. Nos pênaltis, Dinei e Vampeta erram suas cobranças e perdem a classificação para o Palmeiras. E o inédito título novamente não veio. De memorável naquela Libertadores, somente a maior goleada do Corinthians na competição: 8 x 2, contra o Cerro Porteño, do Paraguai.

Bastava agora o Paulista, já que também tinha sido eliminado na Copa do Brasil pelo Juventude, que viria a ser o campeão.

E a conquista veio, em uma final contra o Palmeiras (ver "Títulos - Campeão Paulista de 1999").

O Corinthians entra no segundo semestre para disputar dois campeonatos: a segunda edição da Copa Mercosul e o Campeonato Brasileiro.

Na Copa Mercosul, só consegue a classificação para as quartas-de-final através de um sorteio contra o Boca Juniors (ambos empataram em tudo na primeira fase). Nas quartas, pega o San Lorenzo, da Argentina. O Timão perde os dois jogos e se despede da competição.

No Brasileirão, vai com força total para tentar o tricampeonato. Foi o time que mais fez contratações: foram contratados o goleiro Dida, os zagueiros Nenê e João Carlos, o lateral César Prates, o volante Marcos Senna, o meia Luiz Mário e o artilheiro Luizão.

Com um time desses, o título veio fácil (com umas doses de sofrimento, é claro), chegando ao tricampeonato (ver "Títulos - Campeão Brasileiro de 1999").

Foi o primeira vez que o Timão conquistou o Paulistão e o Brasileirão no mesmo ano.

2000

O Corinthians entrou no ano 2000 com um único objetivo: conquistar o primeiro Mundial Interclubes da FIFA. Com sede no Brasil, foi realizado com os campeões de todos os continentes.

E o Corinthians conquista o mundo, de maneira sofrida, e se torna o primeiro (e até o final de 2005, único) campeão mundial reconhecido pela entidade máxima do futebol (ver "Títulos - Campeão Mundial da FIFA - 2000").

Depois dessa grande conquista, o Corinthians termina mal o 1º semestre. Na Copa do Brasil, escala os reservas em função da Libertadores e é eliminado pelo Botafogo-RJ. No Paulistão, é eliminado pelo São Paulo na semifinal.

Mas a grande tragédia foi a desclassificação na Libertadores, na semifinal. Como no ano anterior, o Palmeiras eliminou o Timão novamente nos pênaltis. O primeiro jogo foi um dos mais emocionantes jogos entre os dois times. Placar final: 4 a 3 para o Corinthians. No segundo jogo, o Corinthians começa perdendo, vira o jogo, mas permite uma nova virada, agora do Palmeiras: 3 a 2. Nos pênaltis, deu Palmeiras: 5 a 4. Marcelinho, o 6º maior artilheiro da história do clube com mais 177 gols, foi o responsável pela cobrança desperdiçada pelo Corinthians. O sonho de conquistar a América estava acabado, pelo menos naquele ano...

No segundo semestre, o timão foi muito mal e não conseguiu um bom desempenho na Copa Mercosul (o que não é nenhuma novidade). No Campeonato Brasileiro, que se chamou Copa João Havelange devido as “novidades” que os homens que comandam o futebol adoram inventar, o Corinthians também não teve um desempenho e teve que tomar cuidado para não ser rebaixado.

Disputando estes dois campeonatos, o Corinthians bateu um recorde. Pena que negativo. O time conseguiu a proeza de ficar 13 jogos seguidos sem ganhar. Foram 3 empates e 10 derrotas. Nestas 10 derrotas seguidas, o timão perdeu para o Atlético-PR, Portuguesa, Bahia, Guarani, Olímpia do Paraguai, Fluminense, Sport, Internacional, Cruzeiro e Juventude. Neste meio tempo, o Corinthians mudou várias vezes de técnico. Entrou Vadão, Everisto de Macedo, porém ambos caíram e entrou Darío Pererira. E com esse entra-e-sai, o Corinthians terminou o ano e não venceu...

2001

O principal objetivo do Corinthians no começo do ano foi, no mínimo, inusitado: vencer uma partida urgentemente. O time já estava a 13 jogos sem ganhar e isto estava deixando jogadores e torcedores desesperados. O primeiro jogo do Corinthians no ano foi contra o Botafogo no Rio, no dia 17 de janeiro, num jogo válido pelo Torneio Rio - São Paulo. O resultado foi decepcionante: 3 a 3.

No Paulistão, o Corinthians estreou contra o Rio Branco de Americana, no dia 21 de janeiro. Jogando no Pacaembu, o Timão apenas empatou em 3 a 3 e perdeu nos pênaltis (as partidas terminadas empatadas no paulistão iam para os pênaltis e o time que vencesse somava mais um ponto) e não conseguiu a vitória tão desejada, aumentando para 15 os jogos sem vitória.

O próximo jogo foi contra o Flamengo, pelo Rio – São Paulo. O corintiano, no fundo de seu íntimo, sabia que aquela noite seria diferente. E foi. Num dos jogos mais emocionantes da história do “clássico das multidões”, o Corinthians venceu o Flamengo e quebrou um dos mais incômodos jejuns de sua história (ver "Jogos históricos - Corinthians x Flamengo - Torneio Rio-São Paulo de 2001").

A partir daí, o Corinthians teve altos e baixos. No torneio Rio – São Paulo não conseguiu a classificação para as semifinais. Agora, restava apenas o Paulistão.

O Corinthians começou terrível o Campeonato Paulista. Depois do empate frente ao Rio Branco, o time perdeu para a Ponte Preta e Portuguesa Santista. Só foi ganhar na quarta rodada, na estréia de Wanderley Luxemburgo no banco corintiano, substituindo Darío Pereira. E justamente contra o Palmeiras. O Timão mostrou raça e conseguiu uma bela vitória por 2 a 1. Depois disso foi só alegria, que culminou com a conquista do título (ver "Títulos - Campeão Paulista de 2001").

Paralelamente ao Paulistão, o Corinthians também disputava a Copa do Brasil, onde também estava se dando bem. Na primeira fase, derrotou o Joinville por 3 a 1 fora de casa e eliminou a partida de volta, já que na 1ª e 2ª fase o time visitante que ganhar por dois de diferença, não precisa jogar o jogo de volta. Na segunda fase, O Timão enfrentou o Goiânia fora de casa e ganhou por apenas 1 a 0, resultado que nçao eliminou o jogo de volta, que foi vencido pelo Corinthians por 3 a 1. nas oitavas, o Corinthians enfrentou o Flamengo do Piauí. Com duas belas vitórias (8 a 1 e 3 a 0), o Corinthians seguiu em frente para pegar o Atlético Paranaense.

O primeiro jogo, no Pacaembu, o Corinthians não jogou um bom futebol e apenas empatou em 0 a 0. No segundo jogo, na Arena da Baixada, todos esperavam uma vitória do time paranaense. Porém, a raça corintiana falou mais alto e o Timão venceu por 1 a 0.

Na semifinal, o Corinthians enfrentou a Ponte preta e não teve trabalho. Com duas vitórias (2 a 0 e 3 a 0), o Corinthians vai a sua segunda final da Copa do Brasil, contra o mesmo Grêmio que perdeu em 1995.

O primeiro jogo, no Estádio Olímpico, o Corinthians conseguiu um bom empate em 2 a 2, apesar de estar vencendo o jogo por 2 a 0. A segunda partida, disputada no Morumbi, o Grêmio foi superior e venceu por 3 a 1. Com essa derrota, o Corinthians perdeu a melhor oportunidade de se classificar para a Taça Libertadores da América. Agora, iria ter que vencer a Copa dos Campeões, disputada no Nordeste (onde conseguiu uma vaga pelo título paulista). Porém, o Corinthians não foi bem nesta competição e foi eliminado pelo Coritiba em duas derrotas. Ainda não fora daquela vez.

Além disso, o timão perdeu o meia Marcelinho, que foi dispensado do clube depois de discussões com jogadores e o técnico Luxemburgo.

No segundo semestre, o Corinthians não foi bem no Campeonato Brasileiro e ficou na zona intermediaria de classificação. Já na Copa Mercosul, o Timão começou bem e chegou nas semifinais. Entretanto, o time foi eliminado pelo San Lorenzo, da Argentina, e não conseguiu ganhar seu primeiro título sulamericano.

2002

Em 2002, devido a mudanças no calendário futebolístico brasileiro, o Campeonato Paulista deixou de ser a principal competição. No lugar, ficou o Torneio Rio-São Paulo, que além dos 4 grandes de São Paulo (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo) e do Rio (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco), contou com a participação de mais cinco equipes paulistas (Portuguesa, Ponte Preta, Guarani, São Caetano e Jundiaí) e três cariocas (América, Americano e Bangu). O último paulista e carioca cairiam para O Campeonato Paulista e Campeonato Carioca, respectivamente. Antes de começar os campeonatos, Luxemburgo é demitido e no seu lugar entra o técnico tetra campeão pela Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira.

E com uma tática perfeita, onde o time tocava a bola calmamente, de pé em pé, até chegar ao gol, o Timão conquista dois campeonatos, no intervalo de três dias: o }Torneio Rio-São Paulo e a }Copa do Brasil.

Para terminar o 1° semestre, o time ainda disputaria o inédito SuperCampeonato Paulista, envolvendo o campeão paulista (Ituano e os 3 melhores paulistas na primeira fase do Rio-São Paulo (Corinthians, Palmeiras e São Paulo).

O Torneio já começava na semi-final. O adversário do Corinthians foi o Ituano. Com uma derrota (2 a 0) e uma vitória por 3 a 2, o Corinthians perdeu no saldo de gols e deu adeus a competição. Mas isso não tirou a alegria dos torcedores, que ainda comemoravam a dupla conquista, que não é sempre que acontece.

O Corinthians entra no segundo semestre para disputar duas competições: A Copa dos Campeões (torneio que dava uma vaga na Libertadores) e o Brasileirão.

Na Copa dos Campeões, o Timão cai em um grupo com Fluminense, Paysandu e Náutico. Empata com Paysandu e Náutico e perde para o Flu, dando adeus a competição.

No Brasileiro, o Corinthians fez uma boa campanha e chegou em terceiro lugar na primeira fase, atrás apenas de São Caetano e São Paulo.

Nas oitavas de final, o Timão enfrentou o Atlético Mg. Venceu as duas partidas 9com diretio a um 6 a 2 em pleno Mineirão) e seguiu em frente, para enfrentar o Fluminense na semifinal.

O primeiro jogo foi no Rio e o Timão voltou de lá com uma derrota: 1 a 0. Mas o troco seria dado no Pacaembu. Jogando um futebol que só o Corinthians sabe jogar, o time venceu por 3 a 2, depois de começar perdendo e virar para 3 a 1. Estávamos em mais uma final de Brasileiro, onde o time pegou o Santos. Com duas derrotas (2 a 0 e 3 a 2), o Timão deixa escapar o tetra...

Mas tudo bem, não temos do que reclamar desse ano que foi um dos melhores da história.

De ruim mesmo, só a saída de Parreira, que após o bom trabalho realizado no Timão, volta para a Seleção Brasileira. Para o lugar dele, veio Geninho.

Ver "Curiosidades - Técnicos - do Corinthians para a Seleção".

2003

O ano de 2003 veio pra confirmar a hegemonia corintiana no estado, com a conquista do 25º título paulista, um recorde absoluto.

Mas o time deu uma grande decepção: a eliminação, novamente, da Libertadores, onde o Timão perdeu para o River Plate os dois jogos.

O Brasileirão de 2003 foi o primeiro a ser disputado por pontos corridos. O Timão não foi muito bem e não fez uma boa campanha. O campeão foi o Cruzeiro.

2004

No início de 2004, o clube anuncia a volta do técnico campeão mundial pelo Timão, Oswaldo de Oliveira. Mas o ano não foi nada bom.

No Paulista, fez uma campanha pífia. Na última rodada, para escapar do rebaixamento, o Timão tinha que ganhar da Portuguesa Santista, no Pacaembu. Se perdesse, o São Paulo teria que ganhar o jogo. E foi o que aconteceu. O Timão perdeu o jogo, mas graças a vitória do São Paulo, permaneceu na primeira divisão.

No Brasileiro, após um início nada satisfatório, Oswaldinho é demitido no meio da competição. Para o seu lugar, chegou Tite. Com um futebol pragmático, o técnico gaúcho consegue levar o time a uma honrosa 5ª colocação.

2005

Antes de terminar 2005, o Timão assina uma parceria com um fundo de investimento ingles, a MSI. Assim que chega, o parceiro, comandado por Kia Jorabichian, faz uma contratação bombástica, que prometia antes de assinar o contrato: Carlitos Teves, ídolo argentino, artilheiro das Olímpiadas de 2004, pela Argentina, que foi a campeã.

Junto com Carlitos, chegou outras "estrelas": o zagueiro, também argentino, Sebá, Carlos Alberto (ex Fluminense), Roger, Gustavo Nery e Marcelo Mattos.

Além desses, o time contratou o jogador Mascherano, do River Plate, que, apesar de já contratado, só iria vir ao Timão no meio do ano.

No Paulistão de 2005, disputado em pontos corridos, o time sentiu o não entrosamento e chegou em segundo lugar, atrás do São Paulo. O único fato digno de nota desta competição é a demissão de Tite, após pessão da MSI, que queria Daniel passarela no comando do time. Mas ele voltaria. Sim. Cinco anos depois, Tite voltaria para fazer história. Mas chegaremos lá.

Voltando pra 2005: na Copa do Brasil, eliminação nas oitavas frente ao Figueirense, nos pênaltis. Há quem diga que Roger perdeu um dos pênaltis propositalmente para derrubar o técnico Daniel Passarela (que aconteceu na pertida seguinte, após goleada sofrida pelo São paulo, no Brasileiro).

Por falar nisso, apesar do começo conturbado, o Timão evoluiu, mostrou um belo futebol e conquistou o Tetra Campeonato, sob a liderança da Carlitos Tevez!

2006 à 2013: Da queda ao Bi Mundial


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1910 à 1912: Um começo difícil

1913 à 1939: Três décadas. Três Tri's

1940 à 1954: O ataque dos 100 gols

1955 à 1976: O jejum e a Invasão

1977 à 1989: O fim do jejum e a Democracia

1990 à 2005 : Anos dourados

2006 à 2013: Da queda ao Bi Mundial

2014 à 2016: Nova Casa. Novos Tempos



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